Internet das coisas converte visitante do varejo em cliente

A compra da rede de supermercados Whole Foods pela Amazon na semana passada consolida um movimento muito forte do varejo mundial: a dissolução das barreiras entre o mundo digital e as operações tradicionais de comércio.

 

A Amazon está acostumada a mapear as buscas e decisões de compra de seus usuários online. A meta é aprofundar o perfil analítico daquele consumidor e, a partir daí, gerar incentivos para essa pessoa comprar outros produtos.

 

Essa mesma estratégia será, certamente, usada pela Amazon nas 460 lojas físicas da rede Whole Foods.

 

Para coletar dados sobre o comportamento do cliente dentro da loja física, a Amazon deve investir em tecnologias de internet das coisas (IoT, na sigla em inglês), como sensores, alarmes e analisadores de presença em tempo real de cada um dos visitantes da loja Whole Foods.

 

Essa infraestrutura invisível aos olhos do consumidor dará origem a grandes volumes de informação, que após passar pelos moedores e transformadores de dados (analytics) retornam em formato resumido (dashboards) que permitem tomadas de decisões imediatas.
 

[continua em http://www.inova.jor.br/2017/06/23/varejo-internet-das-coisas/?utm_source=inova.jor&utm_campaign=25cb033cc7-EMAIL_CAMPAIGN_2017_06_26&utm_medium=email&utm_term=0_80734ff4d7-25cb033cc7-132092817]

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